segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

INTERVENÇÃO: O resultado.
Registro Pessoal

















Video da Intervenção:
http://paolagalvao.blogspot.com/2011/12/intervencao-o-resultado.html
OBJETO INTERATIVO:


                 Como eu formatei o computador que estava usando e perdi meu vídeo e fotos do objeto interativo, além de arquivos e pastas pessoais, vou postar a ideia que ele continha através de uma explicação conceitual que vem da física, como é explicado pelo vídeo a seguir

Mistura de cores RGB.
                 O ser humano enxerga e interpreta a luz através do estímulo de estruturas físicas chamadas cones e bastonetes, responsáveis, pela captação da cor e sua interpretação. Do inglês, RGB significa RED-GREEN-BLUE;  as três cores que nossos bastonetes captam e quando são fundidas ou segregadas, formam as cores do espectro visível. Eis o funcionamento, por exemplo, de TVS.


            Na figura acima, observa-se a mistura de cores por ADIÇÃO, ou seja, RED+GREEN=YELLOW, ou seja, para obter o amarelo é preciso focar no mesmo ponto o verde e o vermelho. Sendo assim, o meu objeto mostrava essas luzes se misturando a partir da construção de três circuitos independentes, no qual cada era responsável pela ativação de uma determinada cor da paleta RGB.
            Uma imagem que comprova o êxito do que realizei no objeto interativo foi uma caixa que construí com a mesma ideia.


é nítida a mistura das cores, observa-se claramente as cores ciano e amarelo se formando bem no encontro entre as monocromáticas azul e verde no primeiro caso e vermelho e verde, no segundo caso.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011




Rivane Neuenschwander



É uma artista plástica brasileira que desde 1990, mantém regularidade em eventos de grande repercussão, o que lhe garante consolidado reconhecimento internacional. Descendente de suíços, portugueses e indígenas, graduou-se em Desenho, em 1994, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi artista residente no Royal College of Art, em Londres, de 1996 a 1998, onde obteve o título de mestre; e no Centro Iaspis, em Estocolmo, Suécia, em 1999. É casada com Jochem Volz, um dos curadores do Centro de Arte Contemporânea Inhotim.



Participou de várias exposições, como na Bienal de São Paulo, e realizou exposições como a que ocupou três andares no New Museum, dedicado à arte contemporânea, em Nova York, a mais importante casa dedicada ao gênero na cidade norte-americana; e em vários outros importantes museus e galerias nacionais e internacionais.

Em 21 de junho de 2010, o jornal The New York Times associou os trabalhos de Rivane Neuenschwander, uma das mais celebradas artistas plásticas brasileiras, aos de Lygia Clark e Hélio Oiticica, além de ter mencionado que a artista veio para ficar. 

Estilo e recepção crítica



As obras criadas por Rivane Neuenschwander utilizam materiais efêmeros e reaproveitáveis como flores secas, papel arroz, insetos, poeira, sujeira, baba de lesma, sal, pimenta, legumes e objetos industriais transformados. A intenção da artista é criar experiências sensoriais e uma espécie de memória da vida cotidiana bem como sua relação com o corriqueiro.


Suas obras também abrem possibilidades para a interatividade.Ainda há espa ço para a comicidade e as intersecções de diferentes culturas.

Em 2000, em exposição na Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo, estabeleceu uma parceria com Cao Guimarães para realizar o filme exibido no mezanino da galeria.

Em 2005, na Bienal de Veneza, a artista apresentou um trabalho composto por máquinas de escrever substituídas por teclas de pontos finais. Foram mantidos os números, outros sinais gráficos como os pontos de exclamação e interrogação, cujos recursos lenaçaram um convite para o público registrar cartas com elas e afixá-las na parede do espaço expositivo.

Esta proposição mostrou a dificuldade na comunicação que esse trabalho coloca acerca da própria natureza da arte, "a princípio inexprimível por palavras, ao mesmo tempo em que enfatiza essa possibilidade".

O Centro de Arte Contemporânea Inhotim analisa a produção da artista como formada por "uma linguagem formal a regimes ligados à organicidade, à entropia e à participação do público". O resultado é estabelecimento de um diálogo com a tradição brasileira que estabelece o encontro entre geometria e corpo desde o neoconcretismo.

O curador e editor Ricardo Sardenberg, autor de um livro sobre o trabalho da mineira e lançado no New Museum, avalia que a produção artística de Rivane envolve a discussão de temas universais por meio de coisas simples da vida.



Pavilhão vítreo para instalações permanentes da artista


PRÊMIOS


Em 1993, recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia pelo Projeto Ex-Votos(1), Objetos Fotográficos, realizado na Funarte, Rio de Janeiro. Em 2002, recebeu uma honraria da Universidade Federal de Minas Gerais, onde graduou-se em Desenho. Em 2004, foi a vencedora do prêmio Hugo Boss, outorgado pela Fundação Guggenheim de Nova York.

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domingo, 18 de setembro de 2011


Tradução do Item "Responsive Environment" - MIT WEBSITE
Como redes de sensores aumentam e mediam a experiência humana, interação e percepção.
O grupo Responsive Environments explora como redes de sensores aumentar e mediar a experiência humana, de interação e percepção, durante o desenvolvimento de novas modalidades de detecção e permitindo que tecnologias que criam novas formas de experiência interativa e de expressão. Nossa pesquisa abrange o desenvolvimento ea aplicação de vários tipos de redes de sensores, captação de energia e gerenciamento de energia e a base técnica da computação ubíqua. Nosso trabalho é destaque na diversas áreas de aplicação, que incluíram sistemas automotivos, auto-estradas inteligentes, instrumentação médica, RFID, computação vestível, e mídia interativa.

Projetos de Pesquisa

Gabarito Iluminação Controlada Estado Sólido

Joe Paradiso e Matt Aldrich
Atualmente, eficácia luminosa e custos continuam a ser os maiores obstáculos para a ampla adoção do sistema de iluminação LED. No entanto, é previsível que dentro de alguns anos, esses desafios serão superados. Embora possamos pensar as nossas necessidades de iluminação básicas forem atingidas, esta tecnologia oferece muito mais oportunidades do que apenas a eficiência energética: esta pesquisa tentativas de alterar as nossas expectativas para a iluminação e deixar de lado nossas suposições sobre o controle e desempenho.Vamos introduzir novas e de baixo custo modalidades sentindo que estão sintonizados com fatores humanos, tais como contexto do usuário, ritmos circadianos, ou produtividade, e integrar estes dados com fatores ambientais atípicas ir além lux medições tradicionais. A pesquisar e estudar estes temas, estamos nos concentrando no desenvolvimento de cor superiores prestação de sistemas, o poder de novas topologias para o controle de LED, e de baixo custo redes de sensores multimodal para monitorar a rede de iluminação, bem como o meio ambiente.

  • Camadas de Vídeo Pessoal para de Privacidade

    Joe Paradiso e Gérson Dublon
    Estamos desenvolvendo um opt-in câmera de rede, na qual os usuários carregando etiquetas wearable são visíveis para a rede e todos os outros é invisível. Sistemas existentes de privacidade dinâmica configurável neste contexto são opt-out e pega-tudo, os usuários que desejam privacidade realizar pré-registadas tags que desativar sensores e serviços de mídia em rede para todos na sala. Para abordar estas questões, nós vídeo separada em camadas de sprites flexível representando cada pessoa no campo de visão, e transmitir o vídeo de apenas aqueles que opt-in. Nosso sistema também pode definir grupos de usuários que podem ser marcados dentro e fora do fluxo de vídeo dinamicamente. Para cruzar a realidade de aplicações, estas camadas dinâmica atingir um novo nível de granularidade de vídeo, permitindo que usuários e grupos para descobrir as correspondências entre as suas actividades em espaços.
  • Wearable, Sistema de Sensores sem Fio para Medicina do Esporte e Mídia Interativa

    Joe Paradiso, Michael Thomas Lapinski, Dr. Eric Berkson e MGH Sports Medicine
    Este projeto é um sistema de compacto, wearable, os nós sensores sem fio, equipada com total de seis graus de liberdade unidades de medida inercial e nó-a-nó sensor de proximidade capacitivo. A largura de banda alta, canal de RF partilhada protocolo foi desenvolvido para adquirir dados de muitas (por exemplo, 25) destes sensores em 100 Hz taxas de full-estado de atualização e software está sendo desenvolvido para fundir esses dados em um conjunto compacto de descritiva parâmetros em tempo real. Uma estação de base e do relógio do computador central da rede e do processo de dados recebidos. Nosso objetivo é capturar e analisar os movimentos físicos de várias pessoas em tempo real, usando sensores discretos junto ao corpo. Aplicações abundam na análise biomotion, medicina esportiva, vigilância da saúde, exercício interativo, jogos imersivos e interativos ensemble desempenho dança.

    Baseado nisso, pensei em algumas ideias para produzir meu objeto interativo:
    1 - Construir luminárias vazadas que dependem do encaixe de objetos previamente desenhados para controlar a luminosidade, substituindo o uso de persianas e estimulando o toque pela necessidade de mudar a quantidade de luz emitida;

    2 -  A ideia é fazer um abatjour com um formato lúdico, que propicie a curioosidade. A partir daí, ele ascende devido a presença, iluminando o ambiente de acordo a região que ocorreu a passagem; e dependendo do formato, ele pode ser deformado, aberto ou fechado de acordo com a necessidade de quem o toca ressaltando o uso de uma lampada fria para evitar queimaduras;

    3 - Insisti no abatjour, mas pensando agora em seu interior, que não é oco, mas com nichos onde podem-se guardar espelhos, canetas , livros pequenos e até doces. De acordo com o que a pessoa insere ou retira, o abatjour responde, escurecendo, como se estivesse cheio e obstruindo a passagem da luz ou ele acende, devido a sua película transparente, controlando a luminosidade;

    4 - Fazer um tubo de sustentação do abatjour, por onde passará a instalação eletrônica até a coroa, para isso, usarei películas coloridas com três cores primárias, ciano, magenta e amarelo em um suporte circular que caberá 3 lâmpadas LED, cada uma ocupando 1/3 do suporte e posicionada exatamente abaixo da película colorida. cada uma delas será colocada de forma a permitir a passagem de luz branca por elas em cada lâmpada  para formar uma cor específica de acordo com a interação provocada; Quando retirado algum objeto através de vazamentos nas faces, a face pisca naquela determinada cor, se dois objetos são retirados de faces diferentes, as duas cores se misturam e produzem uma terceira. Se todos os objetos forem retirados, todas as luzes se acendem. Mas se os objetos estiverem no seu devido lugar,, as luzes permanecem apagadas e o abatjour vira uma mini-estante. Moral da história, o abatjour vazio ilumina e cheio para de funcionar, o conceito é a interação, a polivalencia e a economia de energia.. Porque se ele estiver cheio, não há transparência e não ilumina o ambiente, mas se estiver vazio, cria uma luminosidade maior conforme vai sendo esvaziado. E pensando no abatjour cheio e apagado no início, quando se retira uma caneta pra estudar, ele acende (e nesse momento, quando ela é retirada, bem que poderia fazer um som do tipo "PSIU", pq chegou a hora de estudar, né?)...Por outro lado, quando se retira um doce, o som poderia ser "YUMMY." Bom, isso foi o melhor que pude pensar até o momento e minhas ideias se esgotaram...
vídeo refeito do Sketchup - versão em grupo atualizada

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Artista de Inhotim


Rivane Neuenschwander



É uma artista plástica brasileira que desde 1990, mantém regularidade em eventos de grande repercussão, o que lhe garante consolidado reconhecimento internacional. Descendente de suíços, portugueses e indígenas, graduou-se em Desenho, em 1994, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi artista residente no Royal College of Art, em Londres, de 1996 a 1998, onde obteve o título de mestre; e no Centro Iaspis, em Estocolmo, Suécia, em 1999. É casada com Jochem Volz, um dos curadores do Centro de Arte Contemporânea Inhotim.



Participou de várias exposições, como na Bienal de São Paulo, e realizou exposições como a que ocupou três andares no New Museum, dedicado à arte contemporânea, em Nova York, a mais importante casa dedicada ao gênero na cidade norte-americana; e em vários outros importantes museus e galerias nacionais e internacionais.

Em 21 de junho de 2010, o jornal The New York Times associou os trabalhos de Rivane Neuenschwander, uma das mais celebradas artistas plásticas brasileiras, aos de Lygia Clark e Hélio Oiticica, além de ter mencionado que a artista veio para ficar. 

Estilo e recepção crítica



As obras criadas por Rivane Neuenschwander utilizam materiais efêmeros e reaproveitáveis como flores secas, papel arroz, insetos, poeira, sujeira, baba de lesma, sal, pimenta, legumes e objetos industriais transformados. A intenção da artista é criar experiências sensoriais e uma espécie de memória da vida cotidiana bem como sua relação com o corriqueiro.


Suas obras também abrem possibilidades para a interatividade.Ainda há espa ço para a comicidade e as intersecções de diferentes culturas.

Em 2000, em exposição na Galeria Camargo Vilaça, em São Paulo, estabeleceu uma parceria com Cao Guimarães para realizar o filme exibido no mezanino da galeria.

Em 2005, na Bienal de Veneza, a artista apresentou um trabalho composto por máquinas de escrever substituídas por teclas de pontos finais. Foram mantidos os números, outros sinais gráficos como os pontos de exclamação e interrogação, cujos recursos lenaçaram um convite para o público registrar cartas com elas e afixá-las na parede do espaço expositivo.

Esta proposição mostrou a dificuldade na comunicação que esse trabalho coloca acerca da própria natureza da arte, "a princípio inexprimível por palavras, ao mesmo tempo em que enfatiza essa possibilidade".

O Centro de Arte Contemporânea Inhotim analisa a produção da artista como formada por "uma linguagem formal a regimes ligados à organicidade, à entropia e à participação do público". O resultado é estabelecimento de um diálogo com a tradição brasileira que estabelece o encontro entre geometria e corpo desde o neoconcretismo.

O curador e editor Ricardo Sardenberg, autor de um livro sobre o trabalho da mineira e lançado no New Museum, avalia que a produção artística de Rivane envolve a discussão de temas universais por meio de coisas simples da vida.



Pavilhão compartilhado com Obras da artista e de outros artistas
Pavilhão vítreo para instalações permanentes da artista


PRÊMIOS


Em 1993, recebeu o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia pelo Projeto Ex-Votos(1), Objetos Fotográficos, realizado na Funarte, Rio de Janeiro. Em 2002, recebeu uma honraria da Universidade Federal de Minas Gerais, onde graduou-se em Desenho. Em 2004, foi a vencedora do prêmio Hugo Boss, outorgado pela Fundação Guggenheim de Nova York.

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